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A doença do Véu

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A doença do véu

Bem-vindos a esse universo maravilhoso, que se abre diante de todos nós, abrindo em nosso campo vibracional a possibilidade de cocriarmos uma nova realidade, baseando-nos em Verdades Divinas.

Meus amados, sejam bem-vindos a esse momento grandioso, que todos desejam e esperam! Que sejamos saudáveis, abundantes e felizes! Mas, para isso é necessário um grande passo na nossa história de vida terrena. Antes de atingirmos esse estado de Graça, em que a Lei da Graça nos abraça, é preciso que passemos por uma cura, que é nos curarmos da “doença do véu”!

Essa doença afeta a todos nós, quando ignoramos as Verdades sobre nós mesmos. Sentimos os efeitos dessa contaminação, quando não conseguimos enxergar com verdade, ouvir e nos expressar dentro da Sagrada Energia. São sintomas comuns, como falta de clareza e discernimento em nosso cotidiano, que afetam também o coração, pois ele não consegue cumprir o seu papel, que é simplesmente amar.

Esse véu nos prende nas falsas premissas sobre doenças, afetando a digestão, já que tudo o que não digerirmos bem, apresenta-se como azia, acidez e outros sintomas. E nós, somente nós, é que permitimos essa invasão em nosso campo. Campo que deveríamos proteger nos episódios do dia a dia, e para o qual o autorrespeito é escudo e bálsamo.

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A “doença do véu” afeta nosso fígado pelas raivas guardadas, pelas palavras não ditas e pela culpa pelo próprio desrespeito, cujos rins são afetados. Como sofrem esses órgãos, quando não nos respeitamos, quando temos “medo”, já que ele precisa trabalhar e não consegue. O potencial dos rins é justamente o contrário do medo, eles são os órgãos que abrigam a força de vontade, conhecida como Zhi, incluindo também a determinação, entusiasmo, firmeza e espírito de iniciativa, metas, decisões e força de vontade vigorosa.

A “doença do véu” tem tirado de muitos de nós a vontade de viver; pessoas comuns, que poderiam estar vivendo uma vida plena, cheia de alegria e abundância, estão presas nesses emaranhados de alta contaminação energética.

A parte mais comprometida dessa doença é o emocional, que muitos especialistas classificam-na como doenças emocionais e doenças de comportamento, mas isso não é verdade. E o que vemos é que as teorias e terapias, conhecidas até agora, estão cada vez mais escassas de verdades sobre o que realmente é esse emaranhado que tem alimentado por eras o quartel farmacêutico, o campo da medicina e campo terapêutico. A base de todas as doenças é a ausência da Verdade, definição conhecida nos meios mais modernos e de estudos bem mais avançados, como “Despertar da Consciência Crística”.

Tanto a doença quanto a cura só existem pelo olhar do inconsciente, já que a consciência é justamente o que erradica na totalidade qualquer doença. Principalmente a doença da ignorância!

As doenças fazem parte do jogo e sustentam um grande quartel, totalmente capacitado para deixar todos cada vez mais doentes em sua própria ignorância.

A todos os momentos, estamos recebendo, em nosso campo vibracional, a possibilidade de nos reconstruirmos. São oportunidades incríveis, mas que só é possível compreender com o coração; porém, dizendo mais uma vez, a “doença do véu” não permite essa passagem. Pois é isso, amados filhos da Fonte, a todos os momentos, estamos abrindo a possibilidade de nos curarmos da mais cruel das doenças, que ainda assola grande parte da humanidade, sem que tenhamos consciência do quão nocivo é essa contaminação chamada “véu da ilusão”!

Amados do Amor de Deus, as emoções indigestas, responsáveis por todo esse emaranhado de desrespeito à vida humana, só precisam que vocês se abram às novas informações, em um gesto de humildade para as receberem. Não é lindo? Vocês são os únicos que podem se curar. Quando eu disse que a todo o momento temos a oportunidade de nos curarmos, é por essa ser a Verdade. A todo o momento, estamos diante de partes de nós mesmos, que nos mostram o ponto em que ainda refletimos as sombras que devemos clarificar em nós.

Em “nós”, essa é a base da cura da “doença do véu”, que nos cega da nossa grandeza, colocando-nos na ilusão de separados. Sim, meus amados, na ilusão de separação é que nos tornamos doentes, e tudo começa, quando encarnamos aqui para fazer essa experiência de total ausência de nossas memórias divinas. Evidentemente, se nos lembrássemos do poder que somos, não teríamos feito a experiência; essa é justamente a cura que todos buscamos: nos lembrarmos desse poder; essa lembrança rompe o véu e nos tornamos curados.

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No compromisso da lei cármica, cuja repetição de padrão é obrigatória, os pais adoecem os filhos, pelas crenças que repetem, somadas às que criam, em relação às memórias das crenças do campo fenomenológico. E assim somos todos contaminados pela “doença do véu”, que é a ignorância sobre as Verdades Divinas, impedidas de se manifestarem por um dos sintomas mais evidentes da doença do véu, a arrogância.

Essa é a doença que cega, pois, não conseguindo enxergar esses padrões, disfarçados de cuidados, criamos um campo de oposição, necessário para o jogo começar. Então, nossos medos, resistências, controle, manipulação e muitas outras emoções tão negativas quanto essas, fazem com que os rebentos, os filhos, em muitos casos, vivam exatamente o que não desejamos, revelando essas partes que negamos, normalmente na adolescência.

Esse jogo, criado através das emoções, caraterística principal da experiência dual de ilusão, coloca em execução tudo o que em verdade não se deseja viver; os pais, na inconsciência e com grande necessidade em acertar, criam no campo do filho padrões energéticos cada vez mais imersos na experiência.

Os pais que conseguiram se curar da doença do véu já podem garantir aos filhos uma visão mais ampla do que é realmente viver nessa dimensão, facilitando a busca por caminhos não tão densos, como é o caminho do campo fenomenológico.

Muitos casos de anorexias, assim como a obesidade infantil, estão ligados ao campo da nutrição. Há casos em que a mãe é extremamente vaidosa com o corpo, nutrindo o campo da filha com informações de que se alimentar é ruim, porque isso faz engordar, e, até em casos mais exagerados, a mãe diz que a criança está gorda e feia.

Isso é muito comum hoje em dia! É não é preciso ser de uma forma verbal para afetar o campo. Basta pensar com a energia da rejeição. Já é uma contaminação no campo do filho, que com certeza terá problemas com alimentação e certamente ansiedade com alimentos.

São casos extremos como esses que nos faz perceber a gravidade de quem está contaminado pela “doença do véu”, pois não consegue perceber o quanto está distante do verdadeiro propósito em gerar um filho, e o quanto ignorar os padrões do campo pode prejudicar a criança. 

A nutrição vai além da “comida”, a nutrição tem mais a ver com o olhar que os pais têm para consigo mesmos, a comida é a ferramenta que mostra as variáveis. Falta ou excesso são energias que a criança sempre irá buscar, ambas demostradas pelo vazio energético. O que é um vazio energético? Os pais têm o filho, mas não se sentem conectados à criança, isso é demostrado por falta de paciência, grosserias, e às vezes total ausência de olhar. 

A criança procura a mãe no campo para se nutrir, mas, caso a mãe não seja nutrida de si mesma, caso esteja ainda na “doença do véu”, a criança buscará na comida os espaços que ela encontra vazios. 

Pais preenchidos tornam os filhos preenchidos. Quando pequenos, buscam a comida; ao crescerem, buscam outras formas de preenchimento, desde vícios mais leves, como comer unhas, até mais pesados, como usar drogas. Em todos os casos estamos observando a falta, que a própria experiência nos obriga a experimentar. 

Evidentemente nem todos experimentam tais sintomas, mas há um grande número de crianças e jovens que estão exatamente nessa difícil experiência. 

Não devemos confundir com afetividade, não estamos falando de afeto, já que afeto vem de afetar, negativamente ou positivamente, sabendo-se que são tantas definições equivocadas, que se torna difícil fazer a leitura correta das definições teóricas, já que a maioria, também presa na inconsciência, chegou até onde conseguiu. Mas, na medida do possível, estamos tentando ressignificar tudo o que se tornou obsoleto e trazendo a luz da consciência, a nova energia para que ilusão se dissolva, e esses equívocos percam a força sobre nós. 

Um exemplo sobre definições da palavra “afeto” é “afeto embotado”, ou “embotamento afetivo”, conceitos da psicologia também usados pelo direito penal, para caracterizar a retração emocional. É um mecanismo de defesa do ego que corresponde à dificuldade de expressar sentimentos. 

No entanto, essa é uma definição equivocada como outras tantas dentro dessas teorias. A não expressão do sentimento já é a forma como o indivíduo “afeta” o externo, a não reação já é a “ação” que demostra a emoção da indiferença. 

Quando ignoramos ou nos tornamos indiferentes, na maioria das situações, estamos afetando o meio sim! E já fomos afetados por ele. “Afeto embotado” não é um diagnóstico, mas a indiferença com a vida sim! Esses são os véus nos quais ficamos presos por eras. 

As emoções têm nomes e todas derivam do padrão familiar; a “doença do véu” só tem uma maneira de ser erradicada, que é impedir que cegos guiem cegos; quando os cegos pararem de guiar os cegos, a doença estará erradicada. 

É preciso que individualmente busquemos as raízes, a matriz da indiferença com as nossas escolhas e nossas decisões. Precisamos compreender que o véu que nos mantém doentes e cegos de nós mesmos também está pedindo para ser retirado. 

E não tenham dúvida, só nós podemos fazê-lo.

Créditos:

  • Autora: Márcia Vasques
  • Revisora: Lúcia Miranda Rosa
  • Arte & Edição: Larah Vidotto

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