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Desconstrução

Livro O ABC de um Mestre – Manual do Mapeamento das Emoções – O Caminho para o Reconhecimento da Sagrada Presença Eu Sou

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Desconstrução

 “Teoricamente falando, o zodíaco é o caminho que o Sol e a lua parecem percorrer pelo céu.”  

E, teoricamente, a astrologia, pseudociência,já que “pseudo” é um prefixo utilizado na língua portuguesa para indicar um teor falso, cujo conteúdo não é verdadeiro, é teoria que “alega”, que os corpos celestes têm influência sobre a personalidade e vida das pessoas na Terra – divide, o que o homem “entende” por universo ou cosmo em doze partes conhecidas por “signos do zodíaco”. Embora a compreensão mental limitada do homem tenha criado esse sistema, para explicar o comportamento humano, não podemos deixar de observar que o ser humano em si é limitado por natureza, por isso procura tantas provas e explicações.  

O homem não exerce nem sobre si mesmo o conhecimento, mas busca incessantemente mostrar e provar que sabe tudo sobre tudo. Usando apenas dois filamentos de DNA, dos dez que precisam ser ativados tem a crença que pode desvendar os mistérios do universo. 

Conjecturas apenas!  

Com isso fica fácil entender a limitação do homem, que ainda tão primitivo, experimentando somente a arrogância de um saber, que não é inato da Alma, tenta mudar o mundo por meio de teorias. A programação mental teoriza tudo, sente prazer na complexibilidade em uma incessante busca por respostas em relação ao que ele entende por universo ou cosmo.           

Livro o ABC de um Mestre                                                                     

Teoria que acredita poder dividir o universo ou o cosmo em doze signos, que representam a experiência humana e sua diversidade. Cada um indicando um tipo básico de personalidade, ligada à posição do Sol no nascimento, em que a maioria é representada por animais e objetos. Apenas um signo, o de gêmeos, por exemplo, é representado por uma figura humana.

A construção dessa teoria deriva de várias fontes, cada um explicando a sua forma e entendimento de crenças, que por si só já faz parte da limitação mental humana procurar algo para acreditar em vez de se permitir ao expandir e a nada se apegar. Essas crenças que tentam explicar o universo, baseadas em crenças também mitológicas, são lindas lendas, que preenche a imaginação da humanidade há éons de tempo. Lendas que dão sustentação à experiência desde sempre. Histórias, contos, lendas, fábulas… A imaginação procurando as respostas do lado de fora, explicando as próprias dores fora do que é a verdade em Verdade.  

A astrologia é uma teoria que acredita explicar as facetas do ego, e realmente pode explicar. E o que fazer então com as explicações?  Caso não saiba, para que haja a mudança, é preciso a mudança da ação, que só é possível com o reconhecimento do que se experimenta, e as teorias tentam explicar.  

A ação é o que faz a mudança.  

Segundo essa teoria, podemos entender que, se traçarmos um caminho, baseado nos aspectos identificados no mapa, conseguiremos promover as mudanças necessárias para uma vida plena.  

Será?  

E por que isso não acontece com a humanidade, tendo em vista que as teorias, religiões, filosofias de vida, estão aí por séculos? 

Uma excelente pergunta não é mesmo? Por que a humanidade, que está cada vez mais especializada em teorias mágicas e estudos sobre como resolver os problemas humanos, está cada vez mais inserida nas próprias desgraças, e as pessoas atoladas em seus caos pessoais? 

Uma outra boa pergunta!  

A resposta é muito simples: não há cura para a ilusão!  

O comportamento humano é baseado e gerado pelas emoções, sempre de dor e medo, controle, julgamento, apegos etc.  Não será o sol nem a lua ou nenhum planeta que poderá mudar isso. Mas sim você mesmo, quando se lembrar que você é o seu próprio Sol, que você é quem decide o caminho que deseja trilhar, sem interferência de nada e de ninguém. 

Sair das crenças limitantes das teorias ultrapassadas pode ser um bom começo em se experimentar a liberdade. 

Quem é você sem suas crenças? Quem é você sem os seus aprendizados e conhecimentos comprados? Quem é você sem as suas explicações decoradas?  

Mesmo que não consiga compreender ainda, você é o que conhecemos há muitas eras, como Sagrada Presença EU SOU! 

Você é o universo que não se explica, mas que se aceita no coração, você é o cosmo que viaja em busca de si mesmo sem interferência e sem explicações. Você é aquele que se prepara para ser a manifestação de tudo o que realmente é! E, deixando tudo o que pensa SER, poderá experimentar a totalidade do nada saber. 

Explicar a experiência humana não conduz ninguém ao caminho para dela sair. É sempre mais do mesmo. Não existe nenhuma teoria que possa fazer as mudanças necessárias para o reconhecimento das energias que precisam ser liberadas, a não ser que cada um olhe com verdade para as próprias ilusões. E a busca por respostas externas é uma das mais prejudiciais à sua ascensão. 

Todas as teorias oferecidas como alternativa de ruptura com a dor, com os medos, não passam de ferramentas de jogos da tridimensionalidade.  O jogo do curador não curado! O jogo dos espelhos quebrados em que vejo no outro partes do que é preciso curar em mim mesmo. 

Individualizar-se é o único caminho. Sair de conceitos formados e padronizados, em que você estará sempre respondendo ao inconsciente coletivo, é garantia de liberdade. Individualizar-se é o primeiro passo para dizer: “eu não me enquadro nessa teoria, o meu universo é muito mais expandido do que qualquer suposição da inconsciência humana possa justificar como verdade”. 

Se a experiência humana é baseada somente em ilusões, onde está a verdade?  

Em você mesmo! Assim que conseguir demolir tudo o que foi criado. E provavelmente você esteja cego e apegado, mas, soltando a ilusão, a verdade se acomoda em seu coração.  

Mesmo as características positivas de um signo, fazem parte da personalidade, da experiência que precisa ser reconhecida e encerrada.   

A mente humana, tendo como característica a curiosidade e valer-se de uma sabedoria que ela não tem em verdade, sem que se especialize no assunto, apega-se a tudo que possa permitir que o personagem seja reconhecido em algo que em verdade ele não o é.  Cada um é sempre mais do que o assunto que ilusoriamente domina. 

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Infelizmente, toda essa desconstrução dos aspectos da personalidade está só começando, mas será em cadeia, e nada mais que possa prender a humanidade em falsas crenças será aceito, nessa nova fase do processo ascensional. 

Tudo o que não o revela como um SER Divino deve ser colocado fora do seu campo. O momento é trabalhar na desconstrução do que não é a verdade.  

Como tudo o que foi experimentado não só em termo de teorias, mas também em termos de terapias, a astrologia faz parte de toda essa desconstrução. 

Estamos falando em novas Leis, fora da experiência cármica, estamos falando em Verdades Divinas, fora de teorias criadas pela limitação mental da humanidade.  

Estamos trazendo uma varredura na dura desconstrução da ilusão que ainda prende muitos em suas crenças limitantes. 

Necessário se faz trazer todas essas experiências para o reconhecimento e assim diluir, na energia da gratidão, por cada experimento vivido. Incluir na história todos os fatos que até então se compreendiam como verdade. 

Ilusões que se perpetuaram até agora, e continuariam, se não fosse exatamente o final de uma era, o final da terceira dimensão, como também o final de tudo o que nela foi vivido, ou experimentado. 

O experimento acabou! 

Em alegria podemos dizer que tudo acabou sendo reconhecido e integrado na luz, inclusive os personagens. Cada um revirando os baús de perdidos e achados, para conclusão do que ficou sem revisão. 

Isso parece aterrorizador para a programação mental, mas não há escolha, todos deverão deixar os seus brinquedos, principalmente para quem está sendo chamado para o despertar agora, nessa nova consciência. 

Nada que pertenceu, ou pertence à velha energia, caberá nessa nova frequência. Alguns estarão resistentes e tentarão proteger as velhas crenças, mas será em vão, o que não cabe não cabe! A frequência entre os dois mundos é a seleção natural de separação. 

O desmantelamento dessas velhas crenças, envolve tudo o que pode ser explicado, justificado ou provado como verdade da ilusão.  

Compreendam, a verdade é “improvável”, no sentido de não precisar de prova.  O que se faz em verdade está feito e estabelecido. Mesmo que seja além da compreensão humana que ainda é tão obtusa, para vencer as limitações da compreensão do AMOR. 

Saindo a ilusão, a verdade se estabelece sem nenhuma necessidade de entendimento ou explicações. Como é energia, simplesmente é! 

Sim, haverá o desmantelamento dessas ilusões: da astrologia, numerologia, religiões, teorias, filosofias (com raríssimas exceções); cada uma elaborou a sua verdade sobre a própria ilusão. Como escolher diante de tantas opções qual delas poderá me tirar a ilusão, se todas são baseados em falsas premissas? Como escolher a astrologia, se ela fala de aspectos mentais de comportamentos humanos, baseado nos astros, planetas, sol e lua, se a lua (satélite artificial), e tudo mais, bem como esses aspectos justificados por essas forças, colocam a humanidade em uma condição, assim como a Lei Cármica coloca em uma prisão perpétua? 

Qual a função dessa teoria que tem milhares de pessoas a servi-la, e milhares de pessoas a se servirem dela, se até agora não serviu a um propósito maior que é conduzir o homem a ser livre? Explicar como funciona o cadeado não o capacita a abri-lo, é importante ter a chave. É essa chave que nenhuma teoria revela, mas não por sonegá-las, mas sim por não saberem que isso é possível. 

A lei cármica explicando a prisão de uma forma quase lúdica sobre uma falsa liberdade (livre-arbítrio), e a astrologia explicando o comportamento humano, por meio de uma força justificada pelos astros.  

Observe! Nas explicações mentais em relação à experiência humana, percebe-se com clareza que tudo isso, junto e misturado, não passa de uma vontade do ser humano de justificar a sua própria ignorância sobre si mesmo. 

Desenvolveu-se, nesses milhares de anos, uma busca incessante por explicações que justifique essa experiência tão difícil, em que todos têm uma promessa de cura da ilusão. Mas isso não existe de fato! 

Buscar conhecimento em fontes mentais de outros iludidos com a própria experiência é garantir a permanência na dimensão dual de experiência tridimensional. 

Mesmo os aspectos positivos que a astrologia mostra que existe no signo de cada indivíduo, ainda assim, é uma demonstração da ilusão, já que a grande maioria vive uma vida inteira sem se conhecer em verdade. 

A experiência se baseia em ações negativas pelas próprias emoções vividas e repetidas, garantida pelo carma. Nenhum movimento planetário poderá mudar essa lei, mas essa lei pode ser revogada, após o reconhecimento do indivíduo da sua própria história, na energia da gratidão. 

Os planetas continuam os seus movimentos, mas o homem desperto, sensato, consciente de todas essas ilusões, não fará mais parte do jogo.  

Será assim com tudo, inclusive consigo mesmo. Descobrir que a personalidade, que experimenta a densidade dual, não é exatamente você, é uma verdadeira libertação. 

Aceitar o novo requer humildade e comprometimento com a própria alma, e nesse nível ninguém tem signo, nem carma, sem estar preso em nenhuma teoria, nem se serve delas. Nesse nível todos são livres e não precisam aprender nada com ninguém, a sabedoria se expressa com leveza e assertividade, mostrando sempre o melhor caminho. 

O conhecimento não é garantia de sabedoria, mas sim é a garantia que o indivíduo domina algum ou alguns assuntos dentro do aprendizado e da experiência escolhida. 

A Sabedoria é um nível de compreensão da própria vida, e não está vinculada a nenhum conceito de conhecimento, muito pelo contrário, está até mais vinculada a esvaziar-se do que foi aprendido por meio dos vários métodos de conhecimento. 

“Conheça a ti mesmo” – é o suficiente! 

A sabedoria é uma característica de quem saiu da busca por conhecimento, mas, buscou a si mesmo até encontrar. Encontrando, sabiamente solta também! Ela é a compreensão de que o conhecimento de nada serve se a sabedoria não chegou antes do iludido se perder no conhecimento adquirido. 

Conhecimento não garante que o indivíduo consiga sair das dores emocionais e nem de comportamentos que o prendam cada vez mais na experiência tridimensional.  

Buscar explicações que justifiquem os comportamentos humanos, como astrologia, numerologia, e outras “logias” (que do grego lógos, tem significado de “tratado, estudo, teoria” + ia), é um bálsamo para a programação mental, um refresco para que ela permaneça mais um pouco no jogo, sentindo-se ainda confortável, diante das próprias atitudes que precisam ser apenas reconhecidas para liberação. 

A Lei cármica adora aguardar essas mudanças que não acontecem nunca, já que existe uma gama enorme de possibilidades de apenas justificá-las. 

As justificativas, tanto da lei cármica quanto as outras citadas nessas observações, são ferramentas para garantir a prisão na dualidade. Não passam de informações, que em verdade não leva ninguém a lugar nenhum, apenas mantém todos nas prisões que vieram experimentar. 

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Faz parte do teatro, do circo montado, para essa experiência que se encerra neste agora, para quem percebeu qual papel cumpre, o da marionete, do fantoche, ou o papel de quem manipula ambos.  

Considerando a experiência está tudo bem, e cada um pode escolher de que deseja brincar.  O ego estando satisfeito é o que basta. É difícil sair do jogo, porém, se estiver ruim, não se conseguirá sair com facilidade. Apenas ser o observador, isso é mestria! 

Mesmo porque a grande maioria nem imagina que se está presa em uma prisão domiciliar, garantida pela lei cármica ou pelos “astros”, mas, em ambos os casos, só há uma maneira de concluir essa experiência, reconhecer que tudo o que foi adquirido, de nada serve, nesta nova fase em que estamos sendo convidados a adentrar. 

Na experiência, estando confortável ou não, é bom buscar a sabedoria da Alma, para soltar o conhecimento que cada vez se torna mais inútil para a nova fase do novo humano. 

O “momentum”, o impulso é assumir a Sagrada Presença EU SOU! É a única Verdade que o preencherá totalmente da Sabedoria necessária, para que se sustente nessas mudanças, que já aconteceram. 

Essa é uma magnífica oportunidade para adentrar essas novas energias, por isso é importante ouvir tal chamado. 

A Sagrada Presença EU SOU é a base de toda Sabedoria, o portal de energia que cada pessoa passa a representar, tornando-se a expressão de Deus na Terra. 

E esse Deus não tem base justificada e nem estudo, nunca foi e nunca será uma teoria. Não está nas bíblias, nem nas religiões, ou em nenhum lugar que o homem possa explicá-lo sem antes conhecê-lo. Mas, manifesta-se por frequência, e é através de quem sabiamente deixou de buscá-lo antes de encontrar-se primeiro. 

É incrível não é mesmo? 

Primeiro você se encontra, logo depois você encontra o Poder Divino em si mesmo. Você não encontra Deus, você se torna Ele. Não existe uma explicação para isso, só existe a ação! Tudo o que tentou até agora explicar essa Sagrada Energia teorizou, e Deus não é uma teoria, Ele em você se torna a Verdade. 

Deus é cada um se expressando além do conhecimento, podendo viver a verdade pela expressão do EU SOU!  

Sendo assim, todas as teorias, ou qualquer modalidade de arrumar ou melhorar a experiência é nula, diante da verdade que agora cobre a humanidade. 

A astrologia (zodíaco) explica “teoricamente” a viagem que o ser humano faz, quando encarna nesse planeta. Tentando com essas bases totalmente teóricas explicar a jornada da programação mental desde a concepção, da infância até a velhice.  

O homem quer se explicar, no entanto ele não se conhece, então busca explicar o outro, que também não se conhece em verdade.  

O que vemos acontecer então?  

Desconhecidos de si mesmos, falam sobre o que imaginam conhecer sobre o outro ou sobre o universo, com teorias de aplicabilidade limitada, em que, em verdade, nunca se chega à Verdade. 

A Verdade Universal não se explica, apenas se vive: “conheça a verdade, e ela vos libertará”. Isso sim define o jogo. 

Para quem deseja sair da brincadeira, esse é o único caminho; porém, para quem deseja brincar, há muitos jogos plasmados que servem de passatempo.  

A programação mental é insaciável por conhecimento, está longe da Sabedoria, que é inata da Alma, tenta se preencher de informações, criando teorias que justifiquem a própria ilusão, são ferramentas que nos mantiveram aqui até agora. 

Assim como as religiões, as teorias da psicologia, filosofias, com exceção de uma ou outra, é sempre um silogismo erístico.  

Como a humanidade, em sua grande maioria, não conhece as Verdades Divinas, nem suas Leis, quiçá sobre si mesmo, tende a acreditar em tudo o que lhe é apresentado como promessa de cura sem esforço, sem perceberem a ilusão. Assim se formam as falsas crenças, principalmente as religiosas que dominaram tudo até agora, os falsos profetas, os falsos mestres e gurus e falsos curadores da atualidade.   

Ao pensarmos em termos de Astrologia, mesmo já sabendo que é uma teoria, uma “pseudociência”, entre elas, qual escolher?  

A tradicional ou a clássica, que é demonstrada por cálculos exatos, tem leitura simbólica com foco nos planetas e suas forças ou fraquezas, dependendo da posição por signo, casa e aspectos principais, como desígnio divino que se apresenta pela linguagem de analogias dos astros, tanto coletivamente quanto individualmente?  

A Astrologia védica ou Jyotish, praticada originalmente na Índia, utiliza os mesmos planetas e signos da astrologia tradicional ocidental, mas com o zodíaco sideral, que tem estrelas como ponto de referência. Isso acaba modificando os posicionamentos em relação a como o cálculo é feito no ocidente. Carrega os conceitos de karma e dharma e outros fatores mais presentes na cultura regional. 

Ou a verdade está com astrologia chinesa, que segue outro sistema zodiacal, usando animais como arquétipos e os 5 elementos? Cada ano, mês, semana e hora tem uma combinação diferente entre os itens que representam essa astrologia. 

Assim, é também nas religiões e teorias na área da psicologia, e outras teorias e filosofias, o pensar é a forma de a humanidade tentar provar a própria existência, mas se perdem buscando essas provas, morrendo antes de compreendê-las.  

Para que encontre essa resposta, é necessário deixar de buscar, compreendendo que tudo o que você busca, você já é. Essa é a simplicidade da vida.  

A sabedoria traz em si o postulado inquestionável da verdade. 

A frase: “Penso, logo existo”, do filósofo francês René Descartes, 1637, queria chegar ao conhecimento absoluto e, para tal, era preciso duvidar de tudo o que já estava posto. E a única coisa de que ele não podia duvidar era da própria dúvida e, consequentemente, do seu pensamento. Assim, surgiu a máxima do “Penso, logo existo”. Se eu duvido de tudo, e meu pensamento existe, e se ele existe eu também existo.

Por incrível que pareça, Descartes também não conhecia a verdade, mas a buscava como louco. Ele, Descartes não era a verdade, morreu sem saber que ela não era o que ele experimentou, somente o que ele experimentou!  

Todos querem explicar o que não experimentaram como verdade absoluta, mas estão todos caminhando para essa realização; aliás, o cair dos véus trará a todos que estiverem disponíveis o manto da sabedoria.  

A Verdade limpando, como uma grande ventania, todos os resíduos da ilusão tridimensional que tenta explicar a conduta humana.  

Entender esse mistério é a busca, parar de buscar é a revelação dele! 

Respire! É dentro de cada um!  

Créditos:

  • Autora: Márcia Vasques
  • Revisora: Lúcia Miranda Rosa
  • Arte & Edição: Larah Vidotto

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