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A adolescência – O início do Jogo

Livro O ABC de um Mestre – Manual do Mapeamento das Emoções – O Caminho para o Reconhecimento da Sagrada Presença Eu Sou

Post A Adolescência, o início do jogo

A adolescência - O início do jogo

A adolescência é o período em que a ilusão está começando a tomar conta do campo, dando início aos jogos das paixões. E apesar de esse ser um período muito importante na vida de todos os seres humanos, é impressionante como a humanidade se fez cega para essa experiência. O véu tem sido tão grande, para que tudo transcorresse bem e experimentássemos e continuemos a experimentar as emoções, que é inimaginável à mente humana compreender as armadilhas que ela mesma prepara, que todo o script fosse cumprido à risca.

É tudo tão perfeito que até a imperfeição parece verdadeira, quem é que nunca se apaixonou?

Quem é que nunca acreditou que paixão fosse o Amor?

Iniciamos na tenra idade a experiência dos relacionamentos, não é mesmo?

Quando ainda muitos jovens, buscamos o olhar de alguém que nos reconheça e nos admire sem condições, procuramos algo diferente do que recebemos dos nossos pais, os quais, na ignorância e arrogância do que experimentamos, começamos a não aceitá-los mais, e muitas vezes nem mesmo os cuidados por eles oferecidos.

Como nossos pais e toda a nossa ancestralidade, buscamos essas parcerias, cumprindo o contrato de repetir os mesmos padrões emocionais, comportamentais e até sexuais. Sem sombra de dúvida, somos um jogo já jogado por muitos, não somos uma novidade no campo. Somos quem garante a permanência das energias, perpetuando a dor que alimenta essa egrégora.

Jovens ainda nos percebemos buscando esse amor romantizado, que se inicia e acaba como mágica, paixões relâmpagos.

Os relacionamentos promovem a todos nós o experimentar as emoções e comportamentos, que tornam o nosso aprendizado mais completo, mexendo com outros valores e outros olhares sobre nós, além de nossos pais.

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A palavra “paixão” vem do latim passio (-onis), e significa, literalmente, “passividade” ou “sofrimento”, e definia aquele estado largado em que fica uma pessoa, quando profundamente enamorada. A pessoa fica com o olhar totalmente voltado para o externo (objeto desejado), esquecendo-se de si mesma, e passa a “querer” alguém (como se isso fosse possível). É a paixão que todos nós equivocadamente acreditamos ser o Amor; mas uma situação totalmente ilusória, já que paixão nunca foi Amor, relacionamento nunca foi Amor e sexo também nunca foi Amor.

Se não colocarmos as coisas em seus devidos lugares, nunca sairemos desses lugares de prisões que esse estado ilusório sobre o Amor nos coloca.

A paixão descreve muito bem a separação que temos de nós mesmos e, quando damos conta de que falta algo em nós, é porque o campo dos pais já não mais nos satisfaz; porém, não conseguimos sair dele, por conta do próprio contrato: que temos de repetir tais padrões da egrégora familiar.

Somente com a tomada de consciência de que tudo isso é uma tremenda ilusão, poderemos mudar esse quadro que tem levado muitos ao sofrimento de dependências emocionais; pois, deixamos de viver a nossa própria vida em busca do que nunca encontraremos fora de nós: o Amor.

E assim, quando nos apaixonamos, fazemos a experiência de passividade e sofrimento, aceitando todas as condições impostas pelo objeto desejado, que acreditamos ser nossa parte em amor. A própria ilusão manifestada!

Quanto mais apaixonados, mais estamos presos aos sofrimentos, perdemos até mesmo a nossa identidade, em total submissão. Dependências sexuais, emocionais… Acreditamos que sem esse outro nossa vida não tem valor algum. E, pasmem! Os maiores motivos de crimes passionais é a paixão exacerbada, a tentativa insana de controle total sobre a vida do outro.

Apaixonamo-nos por admiração e afinidades, acreditamos que encontramos o parceiro ou parceira ideal, e tudo gira em torno dessas emoções que falsamente acreditamos nos completar. Pode não ser uma regra, mas é comum, a dependência emocional segue um critério: a pessoa que acredita ser a mais saudável na relação é possível que se torne a mais dependente, já que ficará justificando a tentativa de salvar o outro, da sua própria dor.

Não devemos perder o foco, porque isso tudo faz parte da experiência para o encontro com os espelhos, mas dificilmente compreendemos esse jogo, antes de muito sofrimento e busca por um parceiro ideal, que nesta dimensão não existe, a não ser que nós mesmos estejamos conscientes da nossa própria experiência, prontos para liberar o campo cármico.

Antes disso, sempre estaremos nos relacionando com a dor do outro, que, por afinidade de campo, sempre nos represente.

Muitos casais estão aproveitando para se olharem corretamente e não deixar essa maravilhosa oportunidade se perderem nos jogos da ilusão de dor.

Antes da compreensão dos jogos na tridimensionalidade, os rompimentos e frustrações nas relações são verdadeiros cárceres, em que a anulação da personalidade de um dos envolvidos é quase completa, considerando que, para a experiência acontecer, é preciso que um seja o algoz, e o outro, a vítima, caso contrário as emoções não aparecem.

Sem a consciência do que realmente tudo isso significa, o mais dependente emocionalmente e sexualmente vai passar por uma centrífuga, sentindo todas as dores: abandono, rejeição, culpa, raiva medo, impotência… Vai gritar, espernear, normalmente terá depressão, emagrecimento acelerado, sentir-se-á desprezível, perdendo totalmente a dignidade.

Essa é uma das causas que corrobora para um dos maiores índices de doenças emocionais e até mesmo o suicídio no planeta.

Nesse jogo, o mais dependente estará alimentado com toda essa dor; o menos dependente, preso na teia da paixão, levará um tempo para se restabelecer, em torno de 3 a 4 meses. Esse é um momento em que precisamos estar atentos, já que o menos dependente, ao mínimo sinal de recuperação da sua vítima , poderá tentar voltar à relação, porque, na inconsciência, sentirá o desapegar, o soltar dos nós, provocando uma baixa de energia no campo, que na verdade é somente a energia de controle, que ele percebe estar perdendo.

Caso o outro se restabeleça, ou ao primeiro sinal de “cura” o cruel algoz vai se aproximar e dar o bote outra vez. É provável até que ele queira restabelecer a relação e, logo em seguida, dizer que realmente não dá para prosseguir, que foi prematuro, um engano terem voltado ou uma desculpa qualquer. Relacionamentos de idas e vindas, em que os pares não se estabelecem, em que certamente acontecerá que um se torne o joguete nas mãos do outro.

Assim é o jogo para que a paixão cumpra o seu papel de trazer sofrimento, dando continuidade ao teatro de horrores que essa dimensão promove; a programação mental se alimenta com a dor do rompimento de uma ligação de dependência, muitas vezes essa dor se alastra por muito mais tempo, um luto que nunca se acaba.

A paixão é avassaladora. Quando se rompe o compromisso, o cordão energético do chacra básico, totalmente sexual, movimenta um nível de dor tão alto, que tira até a vontade de a pessoa viver. Muita água passará embaixo da ponte até que o verdadeiro encontro aconteça, mas não antes de ambos se respeitarem integralmente.

O que também é muito comum, quando a paixão acaba, mas o relacionamento não, é que alguns conseguem superar a ausência do fogo da paixão, transformando o relacionamento em uma energia mais leve, em que ambos possam se desenvolver sem dependências ou apegos e em total aprendizado.

Ter consciência da ilusão do jogo é necessário, para que os encontros sejam para o aprimoramento de cada um, nesta escola terrena. Mas não é o que acontece, justamente pela inconsciência da verdade em relação à grandeza de cada um fora da tridimensionalidade. Acabamos nos perdendo nos apegos e outras emoções e comportamentos que nos prendem nesses emaranhados. Não digo que atrapalha, essas dinâmicas fazem parte de nossas escolhas, motivo esse que agora estamos podendo escolher diferente. Não precisamos mais cumprir esses contratos que só nos causam dor. O controle, ciúme, rivalidade, manipulação, dissimulação, mentiras, traições e abusos, são energias que predominam a partir de um certo momento em que o relacionamento vai se tornando mais efetivo.

O sexo ainda, como mola mestra das relações, é um termômetro que mede a compatibilidade ou não entre duas pessoas que ainda, imersas na ilusão, experimentam; porém, não é energia que sustenta um relacionamento por muito tempo, mas é a energia que faz muitos dependentes emocionais se mutilarem em dores profundas.

Dos mecanismos mentais usados para que o jogo se mantenha, o sexo é uma dessas ferramentas e, tenham certeza, uma das energias mais densas do planeta está relacionada ao sexo, principalmente quando a trajetória é de dor.

Até agora estamos falando do sexo como relacionamento, como envolvimento entre duas pessoas, que durante essa fase trocam juras de “amor eterno”, buscando o tão desejado parceiro ou parceira ideal, idealizado pelo amor eterno.

Existem sim relacionamentos que duram uma vida inteira, principalmente quando um se anula em prol de satisfazer o outro; relacionamentos duradouros fazem parte da experiência de controle e submissão, quando as energias da inconsciência ainda predominam; é exatamente isso que faz com que a experiência não termine.

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Ouvimos com bastante frequência que sem “tezão” não há solução, dando a conotação de prazer. Embora nessa realidade os relacionamentos nos sirvam como ferramenta de autoconhecimento e crescimento, na forma de verdadeiros espelhos, não fazemos bom uso dessa oportunidade, já que os personagens em questão, buscam apenas os prazeres momentâneos com o uso da sexualidade de uma forma vulgar. Os parceiros não valorizam a sagrada energia, que demanda esse mau uso, apenas como objeto de satisfação pessoal, esquecendo-se de que a pouca percepção da grandeza em alma que cada um é limita os personagens aos órgão genitais.

Infelizmente a sexualidade tem-se manifestado bem mais cedo, pelas próprias informações que a mídia coloca como prioridade na vida das crianças; sexualidade e vaidade, como ferramenta de obstrução das energias divinas que as crianças são.

Depende sim de os pais conduzirem os seus filhos com propósitos mais elevados, que, nesse contexto familiar, o caminho mais cristalino em relação à própria vida possa ser criado. É tão inconsciente esse jogo, que só agora estamos conseguindo observar por outro prisma essas condições humanas que busca o Amor fora de si mesmo. Sempre existiu uma cegueira em relação aos relacionamentos, e essa experiência é a maior responsável pela dor nesse planeta. Quem é que não nunca sofreu por “amor”?

Uma das mais brutais prisões a que a humanidade se sujeita, desde que o mundo é mundo, ainda é o sexo e todas as aberrações que derivam dele. Estamos falando somente das relações de duas pessoas, que se entregam mutuamente para viverem essa experiência. Não estamos falando das variadas combinações bizarras que alimentam essas energias.

As limpezas no campo da sexualidade estão disponíveis, mas muitos indivíduos estão presos nesse campo, justamente por ignorar a transmutação de todo esse lixo energético, que foi experimentado por toda a humanidade por eras de tempo.

A única maneira que temos para realizar essa limpeza, em nosso campo, é olharmos com verdade para todas as relações.

Qual é a ilusão que vivemos sobre a sexualidade e relacionamentos?

O relacionamento que tenho comigo mostra como faço uso de meu Sagrado Corpo? A quem esse corpo serve em verdade?

A que me submeto para ter um companheiro ou uma companheira?

Quais as energias que movimentam o ato sexual que experimento?

Tenho controle sobre meu corpo, ou esse corpo está sendo usado o tempo todo como moeda de troca para manipular e controlar alguém?

A sexualidade tem sido exposta quase que 24 horas por dia nas mídias, servindo aos interesses escusos que manipulam; a mídia conhece o jogo que essa energia movimenta e potencializa, verdadeiros infernos astrais, não só internos, mas também os externos e invisíveis. Quando ignorantes sobre como funciona o jogo, a ingenuidade nos fazia crer que o ato sexual era quase um ato de Amor, até termos consciência dessa ilusão.

Que tipo de contaminação desejamos experimentar?

É hora também de protegermos esse campo, para não sermos afetados por esses falsos “afetos” e buscarmos por amor que não existe fora de nós e que, diga-se de passagem, não está relacionado ao sexo.

Proteger nosso campo e nosso corpo das moléstias físicas e astrais inferiores é de responsabilidade de cada um. Na inconsciência nos sujeitamos a experimentar o entorpecimento das paixões, em busca de um Amor que nunca será alcançado, usando essa energia primitiva de satisfações apenas do ego, em satisfação de desejos.

Depois das paixões, quem sobreviver a essa tormenta energética, entra nos relacionamentos mais sólidos, cujas emoções mais profundas emergirão para a experiência de nos relacionarmos com nossas próprias dores, nesse emaranhado de repetições de padrões emocionais e comportamentais de nossos queridos ancestrais.

Estamos nos relacionando infinitamente com nós mesmos em uma dança contínua que não termina nunca, enquanto a verdade não vier à tona em nosso campo.

Mudamos os atores de lugar: avôs serão os pais; os pais, os filhos; os filhos, os netos. Isso é lei cármica.

A roda do Samsara não para, a não ser que decidamos descer dessa “roda gigante” que nos faz encontrar a nós mesmos a cada volta, durante várias encarnações. Isso é a roda da vida, a prisão que não permite que vejamos o magnífico espiral que nos lança fora do jogo e de volta à existência.

O sexo como satisfação do ego tem um potencial energético destrutivo incalculável, já que alimenta a 4ª dimensão inferior, em que as egrégoras se alimentam e se retroalimentam. O ato sexual é sempre motivado por energias que se atraem: caça e caçador; a energia de sexo mais primitiva é a raiva, e o sexo é um canal de descarga para essa energia, tanto casais heteros e casais homossexuais experimentam com frequência esse vazio de descarga energética depois do ato.

Ativo ou passivo experimentam as frustrações em igual frequência, descarregam ou aliviam essa energia sem levar em conta que o órgão genital também carrega em si uma Alma em aprendizado. Evidentemente o ego nunca chegará a essa conclusão, e muitos não aceitarão essas verdades sobre a própria ilusão.

O permissivo ou o passivo, aquele que se submete nas relações, tem para consigo o medo da perda dos parceiros ou parceiras, acreditando que a submissão fará dele um eleito, para fixar residência no coração do outro. Ledo engano! Quando mais submisso, mais desprezível nos tornamos para o outro. A programação mental aprecia os fracos e de fáceis manipulação, mas apenas para exercer poder sobre esses, não como admiração, já que essa ação de submissão não é passível de admirar-se. A programação mental rejeita tudo o que ela não admira e, nesse jogo, em que há permissividade, a rejeição está declarada. A busca pela rejeição é a única coisa que ainda muitos conhecem.

A pergunta é: você deseja deixar o Playground, em que tudo lhe é permitido, mas nem tudo lhe é lícito em relação ao seu campo vibracional?

Ou prefere adentrar no campo vibracional de sua essência, em que tudo lhe é lícito, e tudo pode ser criado por meio da sua própria energia, sem que tenha obrigação de repetir os velhos padrões cármicos?

Quem experimenta tudo isso somos nós, fragmentados da Fonte, cujo medo predomina, e o Amor (Alma-Essência) espera que terminemos esse trabalho. Precisamos cada dia mais questionar nossa vida e saber se realmente estamos vivendo as energias que queremos ou estamos sendo manipulados pela própria falta de compaixão por nós mesmos.

Nossa função nesse planeta é experimentar as emoções, até que possamos nos lembrar do Amor que somos e nos completar de nós mesmos, encerrando as buscas por relacionamento doentes. O treinamento é passar por esse campo contaminado sem ficarmos grudados nele, receber os ensinos e sair para outros aprendizados; no entanto, muitos ficam experimentando a dor do apego infinitamente, sem se darem conta do que estão promovendo em suas vidas com as mentiras que contam para si mesmos, por eras.

Estamos sendo convidados a mudar de fase, estamos sendo chamados a nos valorizar, compreendendo que não somos a experiência que escolhemos e nem somos responsáveis pelos personagens. Só assim nos tornaremos o amor que tanto procuramos nas paixões ilusórias que se iniciam na infância.

Nesse novo movimento energético, é salutar compreender que as informações devem ser sentidas como uma proposta de novas escolhas, os pais têm papéis fundamentais nessa transição; como faróis, devem ser o exemplo do que tentam oferecer aos filhos como educação e comportamentos. Se o filho é obrigado a repetir padrão dos pais, os pais, antes das cobranças, devem se tornar o que esperam dos filhos.

Desculpem! Mas essa é a verdade!

Como todo o processo de limpeza planetária, tudo o que acontece fora acontece dentro de nós, sendo assim é hora de deixarmos o campo disponível para assepsia necessária em todos os níveis da nossa experiência.

Passamos vidas e vidas, buscando o Amor, sem nos darmos conta de que somos esse Amor e, quando apaixonados, parece termos encontrado, mas logo percebemos que era apenas uma sensação diferente em nosso corpo, trazendo na adolescência a diferença dos relacionamentos. O adolescente busca a liberdade, busca o novo, busca, como o adulto, a si mesmo, no outro. Início da experiência, cujo objetivo é ser feliz, nada mais que isso.

A Paixão é apenas um devaneio momentâneo. Amor é muito mais do que ficarmos entorpecidos e enamorados, desconectados da nossa presença, por conta de alguém que idealizamos nos completar. O Amor é muito mais que isso, é a energia que nos completa a ponto de reconhecermos a grandeza em tudo; a ponte que nos une, e não a ponte que nos separa.

Perceber a sutileza da vida que dança à nossa volta, oferecendo-nos inúmeras possibilidades em acertar o passo… Alguns se demoram demais no dia de ontem, mesmo sabendo que nada existe lá.

A cada passo dado em direção às Verdades Divinas, que todos nós somos, mais encontramos esses potenciais em nós; as marcas das ilusões, em que por eras estivemos inseridos, podem ser reconhecidas e liberadas. Sem a percepção do jogo, que cada vez mais nos prende em nossa própria ignorância, buscamos mais ilusões.

Encontros iniciados e encontros terminados, atração e repulsão, fazendo o movimento da vida na ilusão tridimensional, jogando-nos e levando-nos cada dia mais a nos descobrirmos. É o jogo. Esse é o jogo dos relacionamentos, até o encerramento por separação, morte, ou anulação de um dos envolvidos, que aceitou o cárcere construído com base nas religiões e apelos dessa falsa e manipuladora sociedade: “até que a morte os separe”.

Quando apaixonados nos tornamos cegos, e o mundo fica cor-de-rosa por um tempo, um curto espaço de tempo!

Quem não passou por isso vida?

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Quem não embarcou e se mutilou nas loucuras das paixões, perdendo-se de si mesmo? E como é difícil retornar ao eixo depois de um abandono, quando estamos envolvidos nessa energia, que por si só, já é definida como sofrimento, não é mesmo?

Tornar-se um objeto nas mãos da programação de alguém, ou tornar–se um objeto, um brinquedo de satisfação pessoal.

Será que vale a pena?

Segue aqui um recado aos pais:

Seus filhos não têm escolhas, eles irão repetir o que vocês precisam reconhecer em suas emoções e comportamentos. Então, amados, sejam breves, não se demorem! Reconheçam essas energias e liberem os seus filhos!

Fica a Informação.

Créditos:

  • Autora: Márcia Vasques
  • Revisora: Lúcia Miranda Rosa
  • Arte & Edição: Larah Vidotto

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