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A Raça Humana – Uma desilusão em decomposição

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A Raça Humana, uma ilusão em decomposição

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ESSA HUMANIDADE?
 
O que realmente está acontecendo com a humanidade diante de tantas informações sobre o novo olhar, a nova energia, as novas frequências?
 
São perguntas que devem intrigar quem ainda está na inércia da velha energia, em que mais nada deverá acontecer.
 
Quem se gestou acompanhou, quem não fez o profundo mergulho, nas ilusões da própria programação mental, terá que começar a fazê-lo, pois já não é sem tempo!
 
Essa gestação já dura no mínimo trinta anos, e, a partir do momento que vocês começaram a ser informados sobre tudo isso, que estão vivendo neste agora, começou acontecer a espera do nascimento de um novo mundo e com ele de um novo homem.
 
Pois é, amados meus, a nova Gaia já está aí.
 
Ela já nasceu e ganhou estado de Mundo Livre. O Planeta Gaia, a Terra, o Planeta de vocês, tornou-se muito importante.
 
Com essa Nova Consciência, nova vibração e frequência, não só Gaia, como planeta, mas muitos de vocês já estão sendo convidados para servirem em uma nova Plataforma.
 
Já falamos disso anteriormente!
 
É isso que está acontecendo.
 
Livro o ABC de um Mestre
 
É perceptível que até os mais inconscientes estão sendo impulsionados, ou melhor, empurrados para tais mudanças. Até mesmo os que estão em total inobservância do caminho que se abre à frente de toda essa humanidade. E, por assim estar acontecendo, garantimos que isso está afunilando!
 
Os propósitos da Alma certamente são irrelevantes para o ego, já que, quanto mais expandida e consciente é o ser humano, menos a programação mental pode atuar na vida do indivíduo, e sair desse controle é mortal para a programação mental.
 
A expansão da consciência humana é mais importante que qualquer decisão mental.
 
Muitos momentos de suas vidas, que vocês julgam difíceis e não entendem por que estão passando por determinadas situações, fazem-se necessários para a saída do jogo que contrataram. Querer sair da experiência por conta própria ainda é um passo de extrema loucura para a maioria da humanidade, e não é uma decisão que o ego tomaria, pois só um grande impulso de consciência fará essa mudança. Sem perceberem que loucura maior é viver a experiência como escravos, que, na inconsciência desejam perpetuar uma história já falida, em que o homem foi condicionado a pensar em si mesmo, como uma raça, acreditando que se diferencia dos animais apenas por ser racional.
 
Isso foi o que contaram a vocês, Quem contou?
 
Um outro humano que não sabia a verdade sobre a experiência humana. Os mecanismos que a Alma usa para que saiam da ignorância (ignorar a verdade sobre o próprio Poder Divino) são inúmeros. Desde uma doença, até uma condição extremamente diferente do acostumado, obrigando-os a saírem de determinadas zonas de conforto, como uma tentativa de facilitar o olhar para a ilha com uma certa distância.  
 
Observando atentamente o comportamento humano, neste momento planetário, é notório que até mesmo nos comportamentos mais difíceis, o ego tenta se impor, pois, ainda relutante em aceitar as mudanças, mesmo na inconsciência, ele participa de uma dança de entrega e resistência e vagarosamente tem avançado, até se dar conta que não existe alternativa a não ser a entrega.
 
A redenção à própria Luz!
 
Ao dizermos que cada um tem o seu tempo, não imaginem que esse tempo são vocês, como programação mental ou ego, que decidem, pois é a Alma, pacientemente esperando o momento da abertura, a hora certa para mostrar-lhes a face do amor e, quando menos se espera, lá estão vocês em busca da própria verdade.
 
Essa Força Divina, que tem movimentado a todos vocês em direção à própria Luz, prepara “ciladas” ou “obstáculos”, que, mesmo sem perceberem, vocês têm vencido e, pode ser que também não percebam, mas estão cada vez mais mudando o padrão.
 
É um pensamento infantil acreditarem que podem burlar qualquer decisão tomada por vosso padrão de Alma, a Suprema Consciência que os envolve a todo tempo, sem que vocês mesmos deem abertura para isso.
 
Mas tudo já foi arquitetado em tempos pretéritos, e vocês só cumprem um protocolo. Se estiverem no momento de entregarem-se ao novo padrão, isso irá acontecer. Sendo assim, “não seria mais fácil aceitar as mudanças”? Vocês podem estar a se perguntarem. 
 
Claro que sim!
 
Mas a arrogância, como dona do jogo, não permite, e vocês obedecem! Soltar as crenças sobre valores enraizados é o que torna o processo de abandono à Luz extremamente difícil, mas não impossível.
 
Os cuidados em se perceberem, no jogo ou fora dele, depende de cada um, e não há o que ser feito em relação a isso. Os obstáculos energéticos que “defendem” a raça humana da sua própria evolução são inúmeros e, munidos de muitos interesses escusos, alinham-se como uma “formação militar”, bloqueando a passagem das novas informações, por meio de distrações e de uma política como a falsa espiritualidade.
 
O ser humano, em sua própria evolução, defende-se com argumentos que desenham um poder que não existe de fato, dentro da ilusão que ainda vibram.
 
Consideremos fatores práticos de argumentos, que deixam o ser humano cada vez mais distante de sua própria mestria; os avanços tecnológicos de uma forma geral contribuem e muito para a vaidade dessa raça, cujos estudiosos consideram racionais.
 
E com certeza são. “Para Aristóteles, o homem é um animal racional, um “raça” que tem como diferença dos outros animais o dom da fala, consequentemente o poder de comunicar-se com outros seres humanos.
 
O seu ciclo de vida é voltado para as suas necessidades e sobrevivência, conforme o meio em que vive. Ele pode adaptar-se a diferentes lugares, pessoas e cultura.” Eu lhes pergunto: É isso mesmo? Aristóteles tem razão?
 
Parece que sim, pois tudo isso é verdade! O homem fala, comunica-se verbalmente com seus semelhantes e “vive” para sobreviver.
 
Qual seria então a diferença entre as “raças de animais”?
 
Pelo que o próprio homem define como diferenças, temos os racionais, que não preservam a própria espécie e destroem tudo o que o planeta oferece gratuitamente, explorando tudo e a todos, aniquilando a sua espécie pelo poder e domínio.
 
É notório também o quanto a “raça” humana, essa mesma que é considerada racional, usa essa a inteligência para destruir tudo o que toca.
 
É uma raça que tem como característica invalidar o que desconhece e negar as próprias dores e emoções.
 
Essa é a “raça” humana, que experimenta a racionalidade e a inteligência, sem a mínima memória de consciência, experimenta a inconsciência de sentir-se superior a tudo o que a energia da arrogância pode provar.
 
A inteligência da raça humana, voltada apenas para os seus próprios interesses,  encerra uma história de quase degradação de  um planeta, já que a experiência era  experimentar uma programação racional, mas totalmente inconsciente sobre si mesmo, a ponto de se destruir.
O homem classificou os animais de irracionais e a ele mesmo de racional. Mas, em verdade, o que seria a racionalidade, diante dessas tais realidades, as quais lhes apresentei?
 
Apagar o holograma seria apagar a insensatez humana. Quanto menos o homem pensar, menos danos ele causa, já que o silêncio mental melhora a frequência do indivíduo, permitindo que alcance uma melhor vibração. Não é difícil perceber que estamos desvendando caixinhas de segredos, jamais imaginadas serem observadas.
 
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A raça humana, inteligente, racional e inconsciente classifica os animais como uma “raça” irracional, e ainda com a conotação de inferioridade, pela diferença de como se comunicam ou como vivem.
 
A inteligência mental, como uma programação criada para definir parâmetros de inteligência limitada ao que ela acredita ser a verdade, moldou o mundo, baseando-se nas limitações das próprias crenças.
 
A ciência de vocês tenta provar a superioridade humana sobre os outros seres vivos há séculos, no entanto, isso é impossível. Se isso fosse a verdade não seriam necessários argumentos nem teorias, muito menos provas.
 
Na própria simplicidade de observação das diferentes raças que vivem nesse planeta, é inquestionável que os animais não falam a língua dos homens e que, por isso mesmo, são considerados irracionais; no entanto, talvez esteja neste fato o grande mérito deles, pois, todos são conscientes de suas atribuições na vida e compartilham em harmonia com a natureza e suas espécies.
 
Pensando nos animais como “raça”, incluindo o homem, não é preciso se esforçarem muito para compreenderem o quão distante a “raça” humana está, em termos de consciência, de qualquer espécie dos reinos dos animais que habitam a terra, já que é justamente a inconsciência que vieram experimentar.
 
Entendam raça humana racional, em experiência mental, sem consciência, com alto nível de interferência negativa no planeta e fora dele.
 
E entendam todas as outras raças não racionais, em serviço à experiência da raça humana, conscientes de si e de suas espécies, sem interferência negativa na vida do planeta.  Observem, pois, essas comparações e as conclusões a que levam, elas mostram o tamanho da arrogância dessa “raça”, que se qualifica como superior a tudo e a todos.
 
Desde os primórdios, muitos aprenderam essa leitura nas escolas, mas hoje já sabemos não ser a verdade. A raça humana nunca foi e nunca será superior a nenhuma outra raça, e nem a nada que esteja participando dessa experiência terrena.
 
Estamos falando de uma civilização que beira à estupidez em termos de inconsciência. Estamos falando do auto índice de criminalidade que o homem racional experiencia.
 
Estamos falando de conquistas egoístas, em que poucos de servem de muitos, e muitos se servem do que sobra, quando sobra.
 
Isso é atitude racional de inteligência básica: egoísmo. Apenas ao olharem para suas próprias vidas, verão o que experimentaram, ao fazerem uma simples pergunta: O que, em toda a minha a minha vida, eu fiz pela minha raça? 
 
Já que vocês acreditam nisso. Quantas vezes essa “raça”, que se diz humana e racional, parou para compartilhar igualmente seus frutos?
A raça humana é racional sim, e isso faz toda a diferença no mundo, por isso, neste exato momento, é de extrema importância que se tornem conscientes de que o padrão de racionalidade extrema, por mais inteligentes que vocês sejam, se não usarem de acordo com as Leis Divinas, não servirá para exatamente nada.
 
Nessa Nova Plataforma, a inteligência, sem a consciência, é classificada como mente obtusa. Não precisamos mais de gênios, precisamos de humanos expansivos, com olhar holístico, além do umbigo.
 
A inteligência sem consciência de nada serve, isso já está bem mostrado por séculos. A inteligência humana não serve nem mesmo para a sua autopreservação, haja vista que a raça humana se destrói com uma série decomportamentos, que encurtam a própria vida, enriquecendo o sistema de controle de doenças que não param de crescer.
Esses inteligentes não se percebem em abusos e exageros que comprometem a sua própria saúde.
 
Todos os reinos, todas as espécies, nesse planeta, respeitam as Ordens Divinas e as ordem naturais da vida como um único organismo, estando sempre em harmonia e em concordância com a dança universal.
 
Menos o homem, que, além da própria autodestruição, também destrói o que toca, inclusive esses “irracionais” indefesos, que dançam fora da racionalidade, vulneráveis à “raça” humana racional.
 
O mais ínfimo animalzinho tem sua função neste ecossistema, e apenas cumpre o seu papel e, desde que a “raça” humana não interfira, tudo flui, respeitando a sincronicidade da vida. 
A raça humana precisa se lembrar de que os seus próprios pensamentos tiram-na da fluidez, que seus pensamentos e suas atitudes a enganam a todo tempo, fazendo-a pensar que é superior. Essa racionalidade que vieram experimentar não diz respeito à verdade que vocês são, mas sim à ilusão do que vieram experimentar.
 
Quando em conexão com as leis universais, vocês não mais precisam ser racionais, já que o necessário é apenas SER, ser a expressão do que realizarão., sem que a mente saiba ou controle.
 
As falsas certezas, em pensarem ser o que não são, cada vez mais vem distanciando-os da verdade do que verdadeiramente são, “pensam” ser uma raça ou espécie superior em relação aos seres viventes desse planeta, mas em verdade não são, e nunca serão.
 
Nem mesmo quando se lembrarem da própria divindade serão superiores, pois, no mundo da criação, não existe esse nível de avaliação. Isso só acontece entre a raça humana, que agora possivelmente ganha um outro estado de consciência.
 
Sem se darem conta, porque em verdade ignoram a si mesmos, ignoram o próprio poder, por isso buscam o falso poder sobre os demais e sobre tudo o que podem tocar.
 
A pergunta é: seria isso inteligente? Ao acordarem da própria ignorância, ao fecharem os olhos da ignorância, terão acesso à terceira visão, que lhe mostrará o que em verdade representam, perceberão que defendem uma ideia e não a verdade.
É isso que vocês podem esperar, como uma grande revelação.
 
Vocês não são uma raça, são conhecidos pela inteligência superior como Fractais da Fonte, podendo unir-se agora a uma única consciência, com todos os seres, sem nenhuma distinção de raça, já que na unidade não existe raça, nem classificação, nem diferenças de nenhuma ordem.
O que fica claro neste contexto é que o homem se definiu como uma raça de importância superior aos demais, e isso é só mais uma ilusão da arrogância humana que experimenta a ilusão.
 
Também fica claro nesse contexto que o tempo de ilusão se encerra, e todos, em unidade e reconhecimento da grandeza de cada ser vivo que habita nesse planeta, completam-se entre si, sendo, em todos os níveis, uma maravilhosa geometria que impulsiona essa linda marcha cada vez mais próxima da criação.
 
A inteligência deveria servir para que o homem se tornasse livre, mas pela inconsciência esteve cada vez mais presa em suas próprias ilusões.
 
Quem sabe agora, consiga soltar as velhas crenças e velhas teorias que explicam uma raça tão limitada, em busca de um reconhecimento que não está nessa dimensão que ele apenas experimenta!
 

Créditos:

  • Autora: Márcia Vasques
  • Revisora: Lúcia Miranda Rosa
  • Arte & Edição: Larah Vidotto

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