RUAH o Sopro de Deus

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RUAH o Sopro de Deus

Quem já sentiu o Sopro de Deus em suas vidas, sabe o que relatarei agora. Ruah o Sopro de Deus vem forte, podemos senti-lo em campos abertos, na beira do mar, entre as árvores nas florestas, ele vem em montanhas e nas grandes valas.

Podemos percebê-lo quando estamos conscientes da Natureza e da Natureza de Deus, essa união cria o vento que se torna “Ruah”, que em hebraico significa vento, espírito, alento, hálito divino, sopro de vida. Criação.

“A Ruah de Deus (em hebraico, Ruah é feminino) pairava sobre as águas”: trata-se de uma bela imagem da matriz ou útero originário fecundo de tudo quanto existe; tudo é amorosamente acolhido, fecundado, gestado, carregado neste grande ventre cósmico que podemos chamar divino: “Deus”. Alento, sopro, vento, respiração, força, fogo… Com nome feminino que fala de maternidade e de ternura, de vitalidade e carícia. Seu calor gera harmonia no caos, realça a beleza e originalidade de cada criatura, dando a cada um seu lugar, o espaço que necessita para potencializar seu ser. Nessa relação adequada, cada erva, cada montanha, cada ser que vive, tem seu lugar e seu sentido.

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Fomos criados no Amor de Deus, somos esse sopro (amor) por isso, para que Ruah nos movimente e vibre em nós, precisamos sentir esse poder, reconhecer esse vento em nós sem os véus, permitindo que os movimentos aconteçam já que vento é o ar em movimento, que, soprando em liberdade, nos torna Deus, em ações!

Já estamos em Terras Sagradas, pois em nós nos tornamos esse sagrado.

Cada um de nós é uma “nau”, em particular ajustamos as velas de acordo com a maturidade consciencial que somos no momento, nada disso está ligado a idade ou habilidades mentais, mas sim como compreendemos a nossa própria vida em relação à experiencia que fizemos, amadurecimento e reconhecimento das emoções e comportamentos que não são aplicáveis nessa nova energia.

“Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas” (Confúcio)

É isso que estamos fazendo! Ajustando as velas e nos entregando para o curativo Sopro de Deus!

Estamos vivendo claramente esse movimento diante das mudanças: “Os pessimistas queixando-se do vento, os otimistas esperando que o vento mude e os realistas ajustando as velas, olhando com verdade para os apegos e soltando os velhos padrões”

Precisamos aceitar as mudanças que estão acorrendo em todo esse planeta.

Os ventos mudaram? Ajustam-se as velas!

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Em uma analogia com as mudanças vibracionais, para conhecermos o Sopro de Deus, precisaremos ajustar o nosso campo vibracional ao campo vibracional de Deus: Amor, Verdade, Liberdade, precisamos compreender que agora é um Novo Ser, em uma Nova Terra, com novas Vibrações, navegando em Novas Frequências.

O Vento, o Sopro de Deus, as energias que impulsionam o comportamento desse novo humano. Esse texto tem como base um fato real.

Tudo começou exatamente em um momento em que senti Deus falando comigo através de um forte vento, mas eu sentia a Energia Divina

ali. Chamei a atenção da Larah e da Amanda para o que eu estava sentindo, e elas pudessem sentir também.

Verbalizando, com uma alegria imensa, senti Deus movimentando o vento em torno de nós, e de braços abertos eu disse: vocês sentem Deus aqui? E ele estava, era o próprio Amor em ventania!

E quanto mais eu sentia, mas as árvores se balançavam, e no farfalhar das folhas em suas copas, mais Deus se manifestava.

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Eram altos eucaliptos que vibravam em sintonia com a vibração que eu sentia, ou vice-versa, fui tomada por uma forte energia que me fazia caminhar sem peso e aceleradamente o mundo me parecia pequeno. Como se eu estivesse pegando impulso para um voo, mas ainda sem sustentação para mantê-lo.

Não era só um vento, eu sentia a energia como um convite para só ajustar as velas. E só mesmo ajustar a velas!

A palavra que me vinha ao sentir o vento era: prossiga!

Senti esse poder me permitindo ser o vento, me energizei nessa energia e meu ritmo de caminhada aumentava substancialmente, eu queria que as meninas sentissem como eu estava sentindo, tinha nesse vento uma fala audível de Deus atestando os meus passos fortes e resolutos.

Elas me chamaram a atenção em relação à minha velocidade, mas eu só queria continuar a caminhar, estava realmente acelerada, mas muito leve. Onde o tempo se faz ausente, no Ruah que se fez presente.

Neste momento em que todos estão se reconhecendo em Amor, temos aumentado a nossa capacidade de reconhecer a Energia Crística em todos os cantos, em todas as pessoas.

Neste momento em que todos estão se reconhecendo em Amor, temos aumentado a nossa capacidade de reconhecer a Energia Crística em todos os cantos, em todas as pessoas.

Essa energia tem-se revelado de muitas formas, e é por isso que a transformação não é só nossa, mas de todos os que se envolveram

genuinamente com as mudanças necessárias. Estamos “embarcando” em novas ações, sentindo que é grandioso o que adentraremos agora. Já é palpável e nos preenche!

São pequenos sinais que mostram a nossa rota, testificando que, cada vez mais, estamos navegando em águas desconhecidas, mas totalmente seguras e tranquilas.

Já vivemos uma perfeita sincronicidade, os sinais estão por toda parte, estivemos conversando muito sobre a própria experiência, autocuidado, autorrespeito e outros autos. Inclusive sobre esse Deus que era desconhecido em nós, e os caminhos de aprendizados se abriram conforme nos disponibilizamos.

Exemplo disso eu posso citar: hoje amanheci com a intenção de deixar uma mensagem para um amigo e, fazendo uma analogia com o vento que soprou em mim, busquei algo que definisse melhor o que eu senti, foi quando encontrei esse termo “Ruah”, que é o vento, o sopro, o hálito de Deus, que não só definiu, mas abriu todo o entendimento que tive ao sentir a presença de Deus no vento, falando sobre esse sentir, quando ele soprava.

Não precisamos de provas em relação a Deus, mas as evidências relatadas ajudam a nos colocar mais atentos com a Natureza em como Deus se mostra e aprender a reconhecer a Santa Ruah.

Ao terminarmos a caminhada, convidei as meninas para irmos jantar, foi quando eu disse para a Amanda: devo estar com falta de proteína, estou com vontade de comer frutos do mar! Seguimos o roteiro das evidências, e comi um peixinho assado e fomos para casa.

Ao chegar em casa, como estamos fazendo umas modificações em nossa alimentação e percebendo a importância dos exercícios físicos, fomos usar uma balança da Larah, que traz algumas informações sobre nosso estado ou condicionamento físico.

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O tal equipamento faz uma avaliação aproximada em alguns itens do nosso corpo e, para minha surpresa, estava lá apontado, falta de proteína.

Vocês devem estar se perguntando, o que isso tem a ver com Deus e ventania?

Pasmem! Tem tudo a ver. O nosso corpo é o sinal físico que torna visível o invisível mistério de Deus”.

Às vezes estar no peso correto não é garantia de estar saudável, se a pessoa não tem uma alimentação balanceada, cometendo exageros em sua alimentação, usando álcool, fumo, drogas, e mesmo a falta de atividades físicas, tudo isso mostra que o seu templo está em abandono. Percebi que Deus também se preocupa com o nosso corpo. Nosso corpo é o templo do Espírito Santo. “(…) Cuidar da própria saúde e valorizar o nosso corpo é estar em sintonia com o amor de Deus”. E quem é esse Deus? Quem sopra o bom vento? Nosso Sagrado Espírito, o Amor!

Tudo é sincronicidade nesse mundo Divino, que vibra dentro e fora de nós, são os recados de Deus.

Tudo é sincronicidade nesse mundo Divino, que vibra dentro e fora de nós, são os recados de Deus.

A palavra hebraica “Huah”, sopro, hálito de Deus, tem o mesmo significado que “pneuma”, que significa respiração, ou Espírito Santo. E em nossa língua portuguesa, esse termo, “pneuma”, também está associado a pulmão. Como tudo é sincrônico, a pneumonia mostra profunda tristeza; fumar, colocar fumaça nos pulmões, é tentar de uma forma extrema preencher-se do vazio da distância que viemos fazer em relação ao Amor-Deus-Pai.

Em algumas teorias, explica-se o vício como ausência do pai, e em algum sentido é isso mesmo, mas apenas um pouco além do pai físico. “Abba” é uma expressão aramaica, e o aramaico era a língua natural de Jesus, quando se dirigia ao Pai, assim o fazia: Abba!

Sendo assim, queridos fractais, deixo aqui esse pequeno estudo, com relatos vividos e outros pesquisados, para entender melhor o que está de fato acontecendo diante de tantas energias desconhecidas para todos nós.

Tenho a nítida impressão, que para muitos de nós, os estudos sobre nossa verdadeira essência se ampliarão. Sinto também que depois desse portal 09.09, quem estiver mudado totalmente a frequência, já receberá as novas habilidades, que em verdade já é intrínseca em cada um. Penso que serão ativadas.

Que esse estudo possa ter despertado em vocês, uma vontade maior de autoconhecer dentro da correta energia da Unidade.

Que o Sopro, o Vento Forte, a “Ruah”, toque verdadeiramente os seus corações, e possam sentir que é possível sim mudar tudo, olhando com os olhos de Deus, Desperto em nós.

Que o Sopro, o Vento Forte, a “Ruah”, toque verdadeiramente os seus corações, e possam sentir que é possível sim mudar tudo, olhando com os olhos de Deus, Desperto em nós.

Quando pensamos um relacionamento íntimo entre um pai e um filho (a), uma amizade intensa nesse mesmo relacionamento a acontecer. Essa energia é que torna Um com a Fonte!

Morada dos Mestres!

Créditos:

      • Autora: Márcia Vasques

      • Revisora: Lúcia Miranda Rosa

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